quinta-feira, 24 de maio de 2012


Essas poucas palavras é só para te agradecer por me fazer uma mulher plena e realizada, por fazer de mim um ser melhor todos os dias, por me mostrar que ainda existem pessoas no mundo (como você) que são dignas de confiança. Você me devolveu a capacidade de amar, de sonhar, me fez perceber que as vezes a gente precisa do outro pra conhecer a si próprio.
Eu poderia encher esse texto de "EU TE AMO!" pra tentar demonstrar o quanto eu estou me sentindo completa ao seu lado, mas seria pouco diante a imensa felicidade desses últimos dias. E não quero com isso tentar transparecer que temos vivido  apenas momentos felizes... Mas justamente o contrário, temos vivido momentos de grande turbulência e reestruturação de nossas vidas, nos adaptando um ao outro todos os dias, aparando as arestas  dos nossos vícios e costumes, e é por tudo isso que tenho o orgulho de te dizer que AINDA VALE A PENA!
  Ainda vale a pena te beijar mesmo suado e cansado de um dia inteiro de trabalho;
  Ainda vale a pena ouvir sua reclamação pelas coisas não terem ido tão bem no trabalho;
  Ainda vale a pena acordar de madrugada, cansada e com sono pra te fazer um lanche;
  Ainda vale a pena atender as suas ligação na madrugada;
  Ainda vale a pena esperar para me sentar a mesa com você;
  Ainda vale a pena sentir suas mãos deslizarem no meu corpo;
  Ainda vale a pena querer estar  ao seu lado;
  Ainda vale a pena enfrentar o julgamento do mundo pelo seu amor;
  Ainda vale a pena sentir todo amor que tenho cultivado diariamente por você.

   E quando os grandes problemas chegarem, e tudo parecer perdido, ainda assim valerá a pena ser sua mulher!

















Foi realmente uma surpresa... Meu marido Luciano Salba e minha mãezona D. Kel se juntaram e armaram essa festa. Foi incrível, os parentes, os amigos, todos me esperando na casa de minha mãe para me desejar felicidades. Mas confesso que a rainha da festa não fui eu, foi ela - A MANIÇOBA #putaquepariu#, tava gostosa... eu passei mal de tanto comer, e só não...


Ficará pra sempre em minha memória o susto que levei, quando recebida por um lindo coro de: Parabéns pra você... pude ver a carinha de cada um. A Deus agradeço a família que tenho, minha mãe querida (cozinheira de mão cheia) que sempre me surpreende, meu marido Lú e sua criatividade para inventar armações, meus amigos e amigas queridos, a todos, por tudo, obrigada!
Meu Deus, é indescritível a emoção que senti neste dia, tantas emoções misturadas que se torna impossível descrever um momento em particular. Poder estar ao lado de tantos amigos e parentes queridos, poder ver minha mãe subindo o palco para me entregar o diploma, foi algo surreal. Meu marido querido (Luciano Salba), companheiro nessa e em tantas outras batalhas diária de nossas vidas, estando ali comigo, dividindo os últimos passos que me separavam da nova fase de minha vida, foi sem dúvida glorioso. As minhas amigas que amo tanto e que compartilhei os degraus do conhecimento, jamais esquecerei. Tantos amigos queridos presentes, amigos de tantas outras histórias de vida... Obrigada a todos e todas pela atenção e carinho!!!

Agora é sério, ACABOUUUUUUUUUUUUUUUUU! Eis que surge Ela, magnífica e exuberante... fruto de muitas e muitas horas de leitura e discussão. Quantas noites em claro, tendo como companheiros os livros, os pensamentos e copo de suco... Muitos medos. Medo de não ser suficiente, de não estar condizente ou coerente, sei lá, medo, medo, medo... Mas tudo valeu a pena, valeu saber que sou capaz, valeu saber que nunca é tarde, valeu ter do meu lado um homem que nunca desacreditou, mesmo quando eu desacreditei... Valeu pelas festas que não fui, pelos show que recusei, pelas dias que deixei de lado a casa, a família até, valeu tudo. Hoje tenho algo concreto em minhas mãos, uma obra planejada, e executada por mim, que não é fruto de um devaneio. Hoje eu tenho algo reconhecido por uma das maiores Universidades do Brasil, tenho orgulho de dizes: EU SOU UCSal! e muito em breve serei graduada BACHAREL EM SERVIÇO SOCIAL. Obrigada a todos, a minha mãe querida, guerreira e companheira incansável, meu amigos, professores, meu Deus!



Sou tão agradecida por tudo que tenho...

Quando se é criança deseja-se muitas coisas, a maioria delas materiais. Quando se cresce percebi-se que não serão possíveis todas elas... Eu não fui diferente, fui uma criança normal, queria um castelo, um príncipe, todos os sapatos e bolsas do mundo...
Cresci e descobri que pra maioria dessa coisas é preciso dinheiro, muito dinheiro, e nunca é o bastante porque há sempre uma bolsa e sapato novo por aí. 
No entanto, a maturidade apesar de me apresentar a inúmeras frustrações e desalinhos, me mostrou que se pode ter tudo sim, tudo que é realmente importante pra ser feliz. 
Descobri que príncipes podem sim existir, só que em vez de cavalos brancos e roupas de cetim, ele pode vir de farda e táxi; 
Que rainhas podem ser mães, como a minha, ricas de amor e dedicação incondicional; 
Que anjos existem, só que não moram no céu, podem dormir no quanto ao lado, e todos os dias lhe acordar com um beijo babado e lhe chamar de mãe; 
Que existem amigos irmãos e irmãos amigos, basta você querer; 
E o mais importante... que se poder ser rico e ainda assim estar devendo algumas contas do mês. 
Cada dia estou mais velha, a cada manhã que surge aparece uma ruga, uma celulite, um cabelo branco novo, que não estava aqui antes... Paciência, não se pode ter tudo. 
Em contra partida a cada dia estou mais agradecida por tudo que tenho e que não tenho. Sou feliz. Tenho a família que Deus me deu, o marido que escolhi, os amigos que cativei... 
Sou rica, o que falta, não me faz falta. O que tenho me basta e me sobra. Hoje não ganhei flores, perfumes, cartões ou coisas do tipo. Passei o dia cercada de amor. Come a comida de mamãe, ganhei mais um beijo babado do meu anjinho, vi nos olhos de meu príncipe que sou a princesa dele, vi meu time ser campeão. 


Só tenho que agradecer.




Poxa, simples e direto.
Hoje vivemos num mundo em que as coisas tomaram o lugar das pessoas e dos sentimentos. Fazer um carinho foi substituído, pelo playstation, pela natação, aulas de inglês, babá e afins. Sou de um tempo em que brincávamos na rua e que bastava o olhar do pai ou da mãe para sabermos exatamente se estávamos fazendo a coisa certa. Um tempo em que era a imagem dos pais a nossa primeira versão de como se deveria ser...
Hoje nossos filhos são reféns do holograma, do virtual, acreditam que um número de amigos na rede social realmente representa seu nível de afetividade real...
Ainda gosto dos tempos antigos, quando precisávamos estar olho a olho para demonstrar afeto; quando não se precisava mensurar o afeto dispensado pela quantidade de presente que damos.
Ainda prefiro os abraços aos ovos de Páscoa; prefiro um beijo de boa noite aos presentes de dia dos namorados, dia das mães, dia da avó, e tantos outros dias que só são realmente dias importantes para o bolso do comércio, que insiste em nos fazer acreditar que só podemos demonstrar nossos sentimentos através do material.
Sou do tempo em que dia do amigo era todo dia, ou não era dia nenhum... Se você tinha um amigo, longe ou perto, você não precisava colocar aquelas frases insípidas no “face” pra parecer "Cult", era só olhar nos olhos e vê que a amizade estava lá, está lá... Que não importa quanto tempo se passe, quantos quilômetros de distância se esteja do amigo no dia a dia, a amizade está lá, quietinha, guardada, aguardando o próximo encontro.
É isso, tenho uma batalha para travar em casa, pois não quero e não vou criar meu filho e/ou os outros filhos que virão, industrializando meu afeto.
Ainda sou do tempo em que a gente perguntava: - Pode mãe?, - Quando a senhora puder a senhora me dá?
O bom é que a história nos mostra o tempo todo que as construções sociais são um eterno construir e desconstruir de valores, então aguardo ansiosa pelo dia em que voltaremos a frequentar a casa dos amigos ou simplesmente ligar para ouvir a voz e dizer que estamos com saudades...
Talvez nesse dia, a humanidade perceba o quanto estamos perdendo, por enquanto fica assim, você daí e eu daqui curtindo e compartilhando.